set 20, 2018

Cases do Prêmio Ser Humano propõem novas posturas às organizações

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Uma empresa que fomentou a inovação entre os funcionários e uma estudante que avaliou a ausência de ações de responsabilidade social em uma instituição de ensino. Foram esses os vencedores do Prêmio Ser Humano 2017 (PSH), respectivamente, nas categorias Pequena e Micro Empresa e Melhor Trabalho Acadêmico.

Souza: “Ideias precisam ter visibilidade”

Ao se identificar como uma empresa de tecnologia voltada para o setor minerosiderúrgico, a New Steel esperava que os funcionários incorporassem o valor da inovação. Mas, percebeu que as iniciativas e projetos permaneciam centralizados na área de Pesquisa e Desenvolvimento. Com uma pesquisa de cultura feita no final de 2016, foi constatado que parte dos colaboradores acreditava não haver espaço para apresentar ideias. Foi justamente para mudar essa percepção que foi desenvolvido o programa “Mina de Ideias”.

O foco foi fazer os funcionários registrarem suas ideias através de um formulário que é depositado na urna disponível em sua respectiva unidade. As propostas devem, preferencialmente, prever uma novidade nas áreas de melhoria de processos, redução de custos ou infraestrutura. Todas são apresentadas diretamente à diretoria executiva, que analisa e decide quais serão implementadas e premiadas.

“Tradicionalmente, muitas ideias deixam de avançar nas empresas por falta de apoio das lideranças. Entendemos que com o ‘Mina de Ideias’ esse risco foi minimizado ao dar visibilidade a todas as propostas, fazendo, inclusive, com que o colaborador se sinta ouvido”, avalia o diretor executivo da New Steel, Newton de Souza.

Uma das ideias que virou realidade foi o reaproveitamento dos consumíveis da máquina de corte a plasma. Com isso, houve uma significativa redução na quantidade de consumíveis descartados que passaram a ser reutilizados no próprio equipamento.

 

Monografia de Rita foi a melhor do PSH
Responsabilidade social

Entender a razão das ações de responsabilidade social não serem implementadas efetivamente na Instituição Federal de Ensino (IFE) foi o que levou a então estudante da UFF Rita de Cássia de Jesus a escrever sobre “A análise dos fatores críticos em gestão de pessoas para a implementação da responsabilidade social em uma Instituição Federal de Ensino”. Segundo ela, o tema ficava delegado a um segundo plano. “Fala-se muito da diversidade nas questões de gênero, nos direitos humanos, mas se aplica muito pouco o princípio no dia a dia”, critica.

Ela constatou que os fatores críticos mais apontados, pelos gestores que trabalham diretamente com a questão, foram as raras oportunidades de treinamento e de capacitação em Responsabilidade Social, além da falta de uma gestão mais participativa no que concerne ao tema. “Sem ferramentas de colaboração, a troca de informações ágeis e a acumulação de experiências, os processos de mudança serão mai s demorados e cada atitude se tornará uma ilha, Souza: “Ideias precisam ter visibilidade” desconectada de outras ações”, avalia.

Fonte: Associação Brasileira de Recursos Humanos

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